A avaliação somativa é uma etapa essencial no processo educacional, utilizada para medir o desempenho dos alunos ao final de um ciclo de aprendizagem.
Ela permite identificar o progresso individual, diagnosticar dificuldades e ajustar estratégias pedagógicas de forma mais eficaz, desde que os resultados sejam analisados e devolvidos aos estudantes.
Neste conteúdo, você vai entender o que é a avaliação somativa, quais são suas principais características e benefícios, como ela se conecta à BNCC, quais exemplos funcionam em cada etapa de ensino e como aplicá-la com eficiência na sua escola ou instituição de ensino.
O que é a avaliação somativa?
A avaliação somativa é um tipo de avaliação que visa medir o desempenho dos alunos ao fim de um ciclo de aprendizado, como um trimestre, semestre ou ano letivo.
Ela é utilizada para determinar se os estudantes atingiram os objetivos de aprendizagem estabelecidos. Geralmente, essa avaliação resulta em uma nota ou classificação para os alunos.
No Brasil, a LDB (Lei nº 9.394/1996, art. 24, inciso V) orienta que a verificação do rendimento escolar priorize a avaliação contínua e cumulativa, com predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Por isso, a avaliação somativa cumpre melhor seu papel quando é um dos instrumentos do ciclo avaliativo, e não o único.
A BNCC reforça essa visão ao organizar as aprendizagens em competências e habilidades. A seção sobre alinhamento, mais abaixo, detalha como refletir isso na prova.
Principais características da avaliação somativa
As avaliações somativas possuem características próprias que as diferenciam de outros tipos de avaliação aplicadas em instituições de ensino. A seguir, destacamos os principais pontos.
Periodicidade
Esse tipo de avaliação é aplicado em momentos fixos do calendário acadêmico, como ao final de trimestres ou semestres. A regularidade permite avaliar o desempenho global dos estudantes ao longo do tempo. Dessa forma, a instituição consegue organizar cronogramas e acompanhar a evolução das turmas, proporcionando uma visão consolidada do aprendizado acumulado.
Objetividade
A avaliação somativa busca medir o conhecimento adquirido de forma clara e estruturada. Geralmente, utiliza instrumentos como provas, testes, redações e trabalhos finais. O foco está em atribuir notas ou conceitos com base em critérios previamente definidos, garantindo maior padronização e facilitando a comparação do desempenho entre os alunos.
Caráter diagnóstico
Os resultados obtidos ajudam a identificar tendências no desempenho dos estudantes, indicando se os objetivos de ensino foram alcançados e apontando onde há necessidade de reforço. Esses dados são valiosos para ajustes no plano pedagógico e nas estratégias de ensino, além de permitirem comparações com turmas anteriores ou outras instituições.
Esse caráter diagnóstico não substitui a avaliação diagnóstica propriamente dita, que acontece no início do ciclo para mapear o ponto de partida da turma.
Qual a diferença entre avaliação formativa e somativa?
Apesar de serem semelhantes, as avaliações somativas e formativas desempenham papéis distintos no processo de aprendizagem. Na tabela abaixo, sintetizamos os principais pontos de cada uma, a fim de traçar uma comparação:
| Características | Avaliação somativa | Avaliação formativa |
|---|---|---|
| Momento da avaliação | Realizada ao fim de um período letivo, avaliando o resultado final do aprendizado | Ocorre de forma contínua durante o processo de ensino-aprendizagem, sem datas específicas |
| Objetivo | Avalia se os objetivos de aprendizagem foram alcançados, atribuindo notas ou classificações | Foca na identificação de lacunas de conhecimento e fornece feedback para melhora do aprendizado |
| Tipos de resultados | Retorno quantitativo, com foco em resultados finais que determinam a progressão dos alunos | Geralmente qualitativos, com ênfase no desenvolvimento individual dos estudantes |
| Instrumentos mais comuns | Provas, trabalhos finais, projetos e seminários avaliados por critérios | Quizzes rápidos, observação em sala, autoavaliação e portfólios |
| Uso do resultado | Nota ou conceito, decisão sobre progressão e planejamento da recuperação | Ajuste imediato da aula e orientação do estudo de cada aluno |
De forma geral, também é importante ressaltar que essas abordagens são complementares. Elas permitem uma análise abrangente do progresso dos alunos, oferecendo uma visão qualitativa e quantitativa de seu desempenho.
Na prática, a formativa orienta o percurso e a somativa registra o ponto de chegada. Uma boa prova final costuma ser consequência de boas avaliações formativas ao longo do período. A seção sobre integração, mais abaixo, mostra como organizar essa sequência.
Para que serve a avaliação somativa?
A avaliação somativa é usada essencialmente para medir o aprendizado dos alunos no fim de um ciclo de ensino-aprendizagem.
Além disso, ela é uma excelente ferramenta para verificar o aprendizado dos alunos, servindo para avaliar o quanto os alunos absorveram o conteúdo ensinado.
Outro ponto relevante é que esse tipo de avaliação ajuda a localizar áreas de dificuldades dos alunos, permitindo intervenções pedagógicas e o fornecimento de feedbacks personalizados.
No mais, as avaliações somativas servem também para que os educadores ajustem suas estratégias pedagógicas com base nos resultados obtidos, uma vez que oferecem informações sobre a eficácia do ensino.
O resultado também orienta a recuperação. A LDB prevê estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para estudantes com baixo rendimento. Os dados da somativa ajudam a identificar quem precisa desse apoio e em quais habilidades.
Como fazer uma avaliação somativa?
Não há uma receita única para criação de uma avaliação somativa, uma vez que é importante ter em mente o contexto da escola, da turma, e as ferramentas disponíveis. Mas, alguns passos podem sempre ser aplicados:
1. Defina objetivos de aprendizagem
Antes de criar uma avaliação somativa, é essencial estabelecer com clareza quais são os objetivos de aprendizagem que os alunos precisam alcançar.
Esses objetivos devem estar alinhados com o planejamento pedagógico e com os conteúdos ministrados ao longo do período letivo. Uma forma prática de fazer isso é listar as habilidades da BNCC (ou do currículo da rede) previstas para o período e transformar cada uma em um objetivo verificável.
2. Escolha os instrumentos adequados
Selecione os formatos de avaliação que melhor se adequem aos objetivos definidos.
Podem ser provas objetivas, dissertativas, trabalhos de pesquisa, apresentações, projetos ou até mesmo combinações desses instrumentos, dependendo do conteúdo a ser avaliado.
Uma prova com questões objetivas e discursivas, por exemplo, cobre boa amplitude de conteúdo e ainda permite avaliar a argumentação do aluno. Para montar provas com mais agilidade, um banco de questões organizado por disciplina e dificuldade faz diferença.
3. Prepare o ambiente
Certifique-se de que o ambiente de aplicação da avaliação esteja adequado, promovendo concentração e evitando interrupções.
Isso inclui aspectos como organização da sala, distribuição de materiais e orientação prévia aos alunos sobre as regras e expectativas.
Comunique com antecedência a data, os conteúdos, os critérios de correção e o peso da avaliação. Em provas online, teste o acesso e o tempo de resposta antes da aplicação.
4. Realize a correção e a análise dos resultados
Após a aplicação, a correção deve ser criteriosa e transparente. Para isso, recomendamos a utilização de critérios previamente definidos para garantir equidade na avaliação.
Recomendamos também analisar os resultados tanto de forma individual, quanto coletiva, identificando padrões de acerto e erro para orientar ações futuras.
Use uma rubrica nas questões discursivas e nos trabalhos, com níveis de desempenho descritos. Ela reduz a subjetividade e facilita a devolutiva. Na análise, observe o desempenho por questão e por habilidade, porque a nota total esconde onde a turma mais errou. Para aprofundar a análise da qualidade das questões, conheça os fundamentos da Teoria de Resposta ao Item (TRI).
5. Devolva os resultados e planeje a recuperação
A avaliação só cumpre sua função quando o aluno entende o resultado. Agende uma devolutiva com correção comentada, destaque os erros mais frequentes da turma e indique o que retomar.
Para quem ficou abaixo do esperado, organize estudos de recuperação com foco nas habilidades ainda não consolidadas. Estratégias para manter a motivação nessa etapa aparecem no nosso conteúdo sobre como engajar alunos.
Avaliação somativa e BNCC: como alinhar sua prova
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define as aprendizagens essenciais da educação básica por meio de dez competências gerais e de habilidades específicas de cada componente, identificadas por códigos como EF05MA08 (Matemática, 5º ano) ou EM13MAT101 (Matemática, ensino médio).
A BNCC não traz um modelo de prova. Entre as ações que cabem às redes e às escolas, o documento inclui construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa, de processo ou de resultado, que considerem os contextos e as condições de aprendizagem, usando esses registros para melhorar o desempenho da escola, dos professores e dos alunos.
Isso abre espaço para a avaliação somativa, desde que ela deixe de ser uma checagem de conteúdo memorizado e passe a verificar se o estudante consegue mobilizar o que aprendeu em situações concretas. Na BNCC, ser competente significa ativar e utilizar o conhecimento construído diante de um problema.
Como alinhar uma prova somativa à BNCC
- Parta das habilidades do período. Selecione, no currículo da sua rede ou escola e na BNCC, as habilidades trabalhadas no bimestre, trimestre ou semestre.
- Monte uma matriz de referência. Relacione cada habilidade a um tipo de questão, a um nível de dificuldade e a um peso na nota final.
- Elabore questões em situações reais. Prefira enunciados que peçam análise, resolução de problemas ou argumentação, e evite limitar a prova à repetição de definições.
- Identifique cada questão pela habilidade. Assim, o relatório mostra quais habilidades a turma dominou e quais precisam de retomada, e a nota total deixa de ser a única informação disponível.
Exemplos práticos de avaliação somativa por etapa de ensino
A mesma lógica muda de formato conforme a idade dos estudantes e o objetivo de cada etapa. Confira exemplos que podem ser adaptados à sua realidade.
Educação infantil
Na educação infantil, a BNCC orienta que o acompanhamento da aprendizagem use registros variados, como relatórios, portfólios, fotografias, desenhos e textos, para evidenciar a progressão da criança sem intenção de seleção, promoção ou classificação. Por isso, a síntese de fim de período não é uma prova com nota.
Exemplo prático: um relatório descritivo semestral, construído a partir do portfólio da criança e organizado pelos cinco campos de experiências da BNCC, como “Oralidade e escrita” e “Corpo, gestos e movimentos”. O documento registra conquistas e próximos passos.
Ensino fundamental: anos iniciais
Nos anos iniciais, a avaliação somativa funciona melhor com situações do cotidiano e com mais de uma forma de resposta.
- Matemática, 5º ano (EF05MA08): prova de fim de bimestre com problemas de multiplicação e divisão com números racionais de representação decimal finita, como compras e receitas. Inclua uma questão em que o aluno elabore o próprio problema e registre a estratégia usada (estimativa, cálculo mental ou algoritmo), pois a habilidade pede para resolver e elaborar.
- Ciências, 1º ano (EF01CI02): avaliação oral com apoio de desenho, em que a criança localiza e nomeia partes do corpo humano e explica suas funções, registrada em uma ficha com critérios simples.
Ensino fundamental: anos finais
Nos anos finais, vale combinar prova escrita com instrumentos que avaliem argumentação e uso de fontes. A competência geral 7 da BNCC trata justamente de argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis.
Exemplo prático: seminário de fim de unidade em Geografia ou História, avaliado por rubrica, somado a uma prova com questões objetivas e duas discursivas. A rubrica abaixo pode ser adaptada.
| Critério | Em desenvolvimento | Proficiente | Avançado |
|---|---|---|---|
| Uso de dados e fontes | Apresenta informações sem indicar a origem | Cita fontes e usa dados para sustentar a ideia central | Compara fontes e identifica limitações dos dados |
| Argumentação | Expõe opinião sem justificativa | Defende o ponto de vista com argumentos coerentes | Antecipa contra-argumentos e responde a eles |
| Organização e comunicação | Apresentação desorganizada ou fora do tempo | Sequência clara e dentro do tempo | Sequência clara, linguagem adequada ao público e domínio do tempo |
Ensino médio
No ensino médio, a avaliação somativa costuma se aproximar dos exames externos, o que pede questões que interpretem dados e situações reais.
- Matemática (EM13MAT101): prova trimestral com questões que exigem interpretar criticamente situações econômicas e sociais a partir de gráficos de funções e taxas de variação, como a evolução do preço de um produto ao longo do ano.
- Simulado no modelo do Enem: aplicado ao fim do semestre, com questões objetivas por área e redação, e análise de desempenho por competência.
- Projeto integrador com banca: produto final avaliado por critérios definidos antes do início do projeto.
Ensino superior e EaD
No ensino superior e nos cursos a distância, a avaliação somativa concentra provas de fim de disciplina, exames de certificação, trabalhos de conclusão e exames práticos. Ganham peso a padronização entre turmas, o controle de integridade e a rastreabilidade do processo.
- Prova final de disciplina com banco de questões, embaralhamento de questões e alternativas e nota mínima por seção.
- Exame de certificação com tempo controlado, identificação do candidato e registro auditável das ações.
- Exame prático ou estudo de caso avaliado por rubrica, com devolutiva individual.
Quais são os tipos de avaliação somativa?
A avaliação somativa pode ser aplicada de várias formas, cada uma adaptada para medir diferentes aspectos do aprendizado ao final de um ciclo ou unidade.
Principais formatos de avaliação somativa
- Provas escritas: englobam tanto questões objetivas (múltipla escolha, verdadeiro ou falso) quanto dissertativas, que exigem respostas mais detalhadas e reflexivas.
- Trabalhos finais: podem ser monografias, projetos ou estudos de caso que sintetizam e aplicam os conhecimentos adquiridos durante o curso.
- Apresentações e seminários: avaliam o domínio do conteúdo e também habilidades de comunicação, organização e argumentação.
- Exames práticos: comuns em áreas técnicas e artísticas, como laboratórios, oficinas e atividades que requerem a demonstração prática de competências.
- Portfólios e projetos integradores: reúnem as produções do período e são avaliados por critérios definidos previamente.
- Avaliações externas e simulados: exames como o Saeb servem de parâmetro para comparar os resultados da escola com os de outras redes.
A seleção do formato mais adequado depende dos objetivos de aprendizagem, do conteúdo a ser avaliado e do perfil dos alunos, garantindo que a avaliação seja mais assertiva.
Quando utilizar esse tipo de avaliação?
A avaliação somativa deve ser aplicada em momentos já planejados dentro do processo de ensino, normalmente ao final de um ciclo de aprendizagem, como o fim de um módulo, trimestre, semestre ou até o ano letivo.
Ela é perfeita para medir o resultado final do que foi aprendido e ajudar a tomar decisões importantes, seja sobre a aprovação dos alunos ou para ajustar o planejamento das próximas etapas do ensino.
Planejar as avaliações somativas no início do período evita acúmulo de provas na mesma semana e deixa tempo para a devolutiva. Um calendário bem definido e uma gestão de provas organizada ajudam nesse planejamento.
Conheça os benefícios
A avaliação somativa apresenta diversos benefícios para o processo de ensino-aprendizagem, tanto para alunos, quanto para professores e instituições. Entre os principais, estão:
1. Permite mensuração clara de resultados
A avaliação somativa permite quantificar de forma objetiva o desempenho dos alunos, por meio de notas numéricas ou através de conceitos (A, B, C, etc).
Ao utilizar notas, classificações ou outros indicadores, ela fornece um panorama claro sobre o aprendizado alcançado e os objetivos atingidos.
2. Auxilia na identificação de lacunas
Por meio da análise dos resultados, é possível identificar áreas em que os alunos apresentam dificuldades.
Isso facilita a elaboração de intervenções pedagógicas direcionadas para resolver problemas específicos e melhorar o desempenho geral.
3. Permite avaliação clara do ensino
Os dados obtidos com as avaliações somativas ajudam a medir o aprendizado dos alunos e também a avaliar a eficácia das estratégias pedagógicas e dos conteúdos trabalhados.
Com base nos resultados, professores e instituições podem ajustar suas abordagens para atender melhor às necessidades dos estudantes.
4. Facilita a tomada de decisões
Essas avaliações oferecem informações fundamentais para decisões importantes, como progressão de ano, promoções e ajustes no currículo escolar.
Elas também ajudam a criar parâmetros para comparações entre diferentes turmas ou instituições.
5. Estimula a responsabilidade dos alunos
Como as avaliações somativas geralmente possuem um impacto significativo na trajetória acadêmica, elas incentivam os alunos a se dedicarem aos estudos e buscarem o alcance de metas previamente definidas.
Limitações da avaliação somativa e como contorná-las
Reconhecer os limites do instrumento ajuda a usá-lo melhor. Os pontos de atenção mais comuns são estes:
- Retrato de um momento. A prova mostra o desempenho em um dia específico e pode não refletir o processo. Combine a somativa com avaliações formativas e com registros ao longo do período.
- Pressão sobre o estudante. Quando a nota é o único foco, o estudo pode se concentrar em decorar. Explique os critérios, distribua o peso entre instrumentos e ofereça oportunidades de recuperação.
- Instrumento único. Um só formato favorece alguns perfis de estudante. Diversifique entre prova escrita, projeto, apresentação e exame prático.
- Subjetividade na correção. Questões discursivas variam conforme o corretor. Use rubricas, gabarito comentado e, quando possível, dupla correção.
- Devolutiva tardia. Resultados entregues semanas depois perdem valor pedagógico. Automatizar a correção das questões objetivas reduz esse intervalo.
Como integrar avaliação diagnóstica, formativa e somativa
A somativa rende mais quando faz parte de um ciclo. Uma sequência simples, repetida a cada período, costuma funcionar bem:
- Diagnóstica no início do ciclo: mapeie o que a turma já sabe, com base na avaliação diagnóstica.
- Formativas durante o período: use quizzes curtos, observação em sala, feedback rápido e autoavaliação escolar.
- Somativa ao final: aplique prova ou projeto com critérios conhecidos pelos alunos.
- Devolutiva e recuperação: analise os resultados por habilidade e planeje a retomada para quem não atingiu o esperado.
- Novo ciclo: os dados da somativa alimentam o planejamento do próximo período e a próxima avaliação diagnóstica.
Como a Fábrica de Provas ajuda na avaliação somativa
A Fábrica de Provas é uma plataforma de criação, aplicação e correção de avaliações, com mais de 15 anos de mercado e parcerias com instituições como Unyleya, ENS e entidades do Sistema S. Ela cobre as etapas do ciclo somativo descritas neste conteúdo.
| Etapa | Recurso da plataforma | Como ajuda |
|---|---|---|
| Elaborar | Banco com mais de 500 mil questões e cadastro de banco próprio | Monte a prova com questões de vestibulares, Enem, concursos e conteúdo autoral, filtradas por disciplina, habilidade e nível de dificuldade. |
| Montar | Seções, pesos e composição por dificuldade | Divida a prova em seções com pesos e nota mínima, e defina a proporção de questões de dificuldade baixa, mediana e alta. |
| Aplicar | Embaralhamento, tempo e agendamento | Gere versões diferentes da prova para cada aluno, configure tempo e período de aplicação e acompanhe a turma em tempo real. |
| Garantir integridade | Auditoria e proctoring com IA | Registro de todas as ações do avaliado, reconhecimento facial, gravação de sessão e detecção de saída da aba do navegador, em conformidade com LGPD e GDPR. |
| Corrigir | Correção automática | Resultado instantâneo nas questões objetivas e tela própria para corrigir as discursivas, com pontuação e comentário. |
| Analisar e devolver | Relatórios e recursos | Relatórios de desempenho por questão, disciplina, prova e seção, rankings e exportação de resultados. Em caso de anulação ou mudança de gabarito, as notas são recalculadas automaticamente. |
A plataforma também oferece API aberta para integração com LMS, ambiente white label com a identidade visual da instituição e interface em português, inglês e espanhol.
Quer ver isso aplicado ao seu contexto? Conheça a solução da Fábrica de Provas para instituições de ensino e peça um orçamento sem compromisso. Nossa equipe atua como parceira desde a implementação.
Dica final
A avaliação somativa é uma ferramenta essencial para acompanhar o desempenho dos alunos, ajustar as estratégias pedagógicas e garantir que o aprendizado aconteça de forma eficaz.
Mas lembre-se: para ter uma visão completa do processo, é importante usá-la junto com outros tipos de avaliação.
Comece pequeno: escolha uma disciplina, monte a matriz de habilidades, aplique a prova e analise o resultado por questão. Repetido a cada período, esse ciclo transforma a somativa em fonte confiável de decisões pedagógicas.
Se você quer uma solução prática e moderna para aplicar avaliações somativas na sua instituição, conheça a Fábrica de Provas!
Nossa plataforma facilita a criação, aplicação e análise das provas de maneira simples, rápida e segura. Com banco de mais de 500 mil questões, correção automática e relatórios de desempenho por questão, disciplina e prova, sua equipe ganha tempo para analisar os resultados e apoiar cada aluno.
Resumo sobre Avaliação Somativa
1. O que é avaliação somativa?
É uma avaliação aplicada ao final de um período para medir o desempenho do estudante. Geralmente resulta em nota ou conceito e serve para verificar se os objetivos de aprendizagem foram atingidos e apoiar decisões como progressão e recuperação.
2. Qual o objetivo da avaliação somativa?
Avaliar se os objetivos de aprendizagem foram atingidos e atribuir nota ou conceito.
3. Quando usar a avaliação somativa?
Ao final de módulos, unidades, semestres ou cursos.
4. Exemplos de avaliação somativa em instituições de ensino:
Provas finais, TCC, apresentações, projetos avaliativos e exames padronizados. Também entram seminários avaliados por rubrica, portfólios e exames práticos.
5. A avaliação somativa é diferente da formativa?
Sim. De maneira geral, a somativa mede resultados finais; a formativa acompanha o processo.
6. A avaliação somativa é obrigatória?
Não necessariamente. A aplicação da avaliação somativa depende da instituição e do contexto pedagógico, embora seja bastante comum no ensino. A LDB exige a verificação do rendimento escolar na educação básica, mas não define o formato. Cada rede ou escola estabelece, em seu regimento e projeto pedagógico, como e quando aplicar provas, projetos ou outros instrumentos.
7. Como a avaliação somativa pode ajudar a minha instituição?
A avaliação somativa gera dados objetivos sobre o desempenho dos alunos, permitindo ajustes pedagógicos e comprovando a qualidade do ensino oferecido.
8. Como a BNCC trata a avaliação somativa?
A BNCC não define um modelo de prova somativa. O documento orienta redes e escolas a construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa, de processo ou de resultado, considerando o contexto e usando os registros para melhorar o desempenho. Na prática, a somativa alinhada à BNCC parte das habilidades e competências trabalhadas no período.
9. Como elaborar uma prova somativa alinhada à BNCC?
Selecione as habilidades trabalhadas no período, monte uma matriz de referência com tipo de questão, dificuldade e peso, elabore questões que exijam aplicar o conhecimento em situações reais e identifique cada questão pela habilidade correspondente.
10. Quais são os exemplos de avaliação somativa na educação infantil?
Na educação infantil, a BNCC orienta o acompanhamento por registros, sem classificar crianças. Um exemplo é o relatório descritivo semestral, construído a partir do portfólio e dos campos de experiências, sem atribuição de nota.
11. A avaliação somativa pode ser aplicada online?
Sim. Um sistema de provas online permite montar a prova a partir de um banco de questões, aplicá-la a distância, corrigir automaticamente as objetivas e gerar relatórios. Em exames que exigem mais segurança, recursos como auditoria e proctoring ajudam a garantir a integridade.
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Authors
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Mineira, jornalista e analista de conteúdo com 6+ anos de experiência em Educação, Tecnologia e Finanças. Apaixonada por criar histórias que conectam. Amante de literatura e idiomas, sempre buscando novas descobertas e conexões.
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Graduada em Marketing, apaixonada por ciência, tecnologia e educação. Tem ampla experiência em criação de conteúdo digital, ama ler e transformar conhecimento em textos que inspiram.
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Jornalista formada pela UFMG, se interessa por temas como educação, ciência, tecnologia, e sociedade. Participou de reportagens premiadas pelo Sebrae em 2023, pela CDL/BH em 2021 e 2022, e pela Rede de Rádios Universitárias do Brasil em 2020.
